Serei curto e grosso.
Presidente:
Não voto no candidato mais ficha suja de todos. José Serra já mostrou que não tem compromisso com a verdade e nem com a moral.
Também não voto na Dilma que faltando 15 dias para a eleição ainda não tem uma diretriz de governo. A desorganização da campanha talvez reflita a desorganização que será seu mandato. Além do currículo do vice da chapa, Michel Temer.
Não voto na Marina que se diz evangélica, mas em momento algum vi ela levantar a bandeira para príncípios cristãos. Quem não acredita no que eu estou falando é só ler o programa de governo.
Meu voto é Eymael, pois seu programa de governo foi o que mais me agradou, principalmente a proposta de criação de um Ministério da Família. Apesar da acusação no site que eu coloquei aqui, confio que ele possa representar bem a comunidade cristã do país.
Governador:
Não voto em candidato impugnado, nem em candidatos que apóiam amplamente a libertade de orientação sexual. Por esses motivos, meu voto é Eduardo.
Senador:
Só sei em um que vou votar (Rodrigo Rollemberg) e três que não vou votar (Cristovam, Fraga e Abadia).
Deputado Federal:
Apesar das faltas constantes, darei a última chance ao Reguffe.
Deputado Distrital:
Por enquanto, Rafael Marques. Achei interessante a proposta de abolir a lei que proíbe que supermercados vendam gasolina.
sábado, 18 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
[A] Margem de erro!
Primeiramente, peço desculpa aos poucos leitores do meu blog pela demora para atualizar. Meus últimos dias estão bem corridos e não achei tempo para comentar aqui, apesar de ter pensado em muitos temas interessantes. Apesar de ainda estar na correria, decidir separar um pequeno tempo para fazer uma postagem que se encaixa no contexto que estamos vivendo.
Hoje em dia, tenho visto muita confusão com relação aos resultados mostrados pela mídia sobre a pesquisa eleitoral. Todos comentam e até decoram as famosas margens de erro da pesquisa, mas são poucos os que realmente pararam para pensar o que ela significa.
Já ouvi gente dizendo que se a pesquisa tiver errada ela estará dentro da margem de erro, já ouvi gente dizendo até que é resultado da própria manipulação de dados, aumentando o percentual para quem encomendou a pesquisa. Para essas pessoas seria tipo assim: a candidata "A" encomendou uma pesquisa e pediu que colocasse uma margem de erro de 2%. Ao longo da pesquisa descobriu-se que ela tinha em média amostral 30% dos votos. Então o orgão que divulga a pesquisa colocará que ela obteve 32%.
Bom, não tenho conhecimento total sobre como é feito as pesquisas e nem me dei ao trabalho de procurar. Porém, se não houver mudança na notação estatística, essa margem de erro não quer dizer muita coisa como muitas pessoas acham.
Ao calcularmos uma estatística (no nosso caso a proporção de votos dos candidatos) estamos sujeitos a um erro amostral (afinal de contas se torna inviável fazer uma consulta de toda população). Por isso, soltamos a estatística como um intervalo que é calculado pelo valor que obtemos +/- a margem de erro. Por exemplo, achamos os 30% da candidata A, então o intervalo dela com a margem de erro é [28% ; 32%].
Qual o verdadeiro significado desse intervalo que eu acabei de citar? Bom, na verdade sem a variância amostral (que não é divulgada pela mídia) não significa nada. Esse intervalo aí quer dizer que num percentual de amostras realizadas a proporção de votos do candidato estará nesse intervalo. Tá, eu sei que sou confuso, mas é difícil explicar ainda mais quando eu estou apressado. Por isso apelo sempre pros exemplos.
Olha só, se o nível de confiança da pesquisa escolhido é de 95%, quer dizer que em 95% das amostras que eu realizar, a proporção de votos que eu vou encontrar estará nesse intervalo. Ou seja, a cada 100 amostras que eu fizer, o percentual da candidata "A" estará entre 28% e 32% em 95 amostras.
Tá, você pode está se perguntando, mas o nível de confiança não influencia na margem de erro? Influencia, mas a variância amostral também. Aí que está o problema, os orgão não divulgam nem a variância, nem o nível de confiança. Ou seja, podemos estar numa situação de nível de confiança 5%. Sabe o que significa isso? Que em apenas 5 amostras em cada 100 encontraríamos o resultado que é passado pela mídia.
Portanto, se você quer usar alguma pesquisa eleitoral, procure saber primeiro informações como o nível de confiança da pesquisa (isso só tem consultando no TSE).
Hoje em dia, tenho visto muita confusão com relação aos resultados mostrados pela mídia sobre a pesquisa eleitoral. Todos comentam e até decoram as famosas margens de erro da pesquisa, mas são poucos os que realmente pararam para pensar o que ela significa.
Já ouvi gente dizendo que se a pesquisa tiver errada ela estará dentro da margem de erro, já ouvi gente dizendo até que é resultado da própria manipulação de dados, aumentando o percentual para quem encomendou a pesquisa. Para essas pessoas seria tipo assim: a candidata "A" encomendou uma pesquisa e pediu que colocasse uma margem de erro de 2%. Ao longo da pesquisa descobriu-se que ela tinha em média amostral 30% dos votos. Então o orgão que divulga a pesquisa colocará que ela obteve 32%.
Bom, não tenho conhecimento total sobre como é feito as pesquisas e nem me dei ao trabalho de procurar. Porém, se não houver mudança na notação estatística, essa margem de erro não quer dizer muita coisa como muitas pessoas acham.
Ao calcularmos uma estatística (no nosso caso a proporção de votos dos candidatos) estamos sujeitos a um erro amostral (afinal de contas se torna inviável fazer uma consulta de toda população). Por isso, soltamos a estatística como um intervalo que é calculado pelo valor que obtemos +/- a margem de erro. Por exemplo, achamos os 30% da candidata A, então o intervalo dela com a margem de erro é [28% ; 32%].
Qual o verdadeiro significado desse intervalo que eu acabei de citar? Bom, na verdade sem a variância amostral (que não é divulgada pela mídia) não significa nada. Esse intervalo aí quer dizer que num percentual de amostras realizadas a proporção de votos do candidato estará nesse intervalo. Tá, eu sei que sou confuso, mas é difícil explicar ainda mais quando eu estou apressado. Por isso apelo sempre pros exemplos.
Olha só, se o nível de confiança da pesquisa escolhido é de 95%, quer dizer que em 95% das amostras que eu realizar, a proporção de votos que eu vou encontrar estará nesse intervalo. Ou seja, a cada 100 amostras que eu fizer, o percentual da candidata "A" estará entre 28% e 32% em 95 amostras.
Tá, você pode está se perguntando, mas o nível de confiança não influencia na margem de erro? Influencia, mas a variância amostral também. Aí que está o problema, os orgão não divulgam nem a variância, nem o nível de confiança. Ou seja, podemos estar numa situação de nível de confiança 5%. Sabe o que significa isso? Que em apenas 5 amostras em cada 100 encontraríamos o resultado que é passado pela mídia.
Portanto, se você quer usar alguma pesquisa eleitoral, procure saber primeiro informações como o nível de confiança da pesquisa (isso só tem consultando no TSE).
sexta-feira, 9 de julho de 2010
[O] Palpite Final
Acertei apenas um finalista, aí vão as posições dos quatros finalistas:
1º Holanda
2º Espanha
3º Alemanha
4º Uruguai
Fim de palpites
1º Holanda
2º Espanha
3º Alemanha
4º Uruguai
Fim de palpites
segunda-feira, 5 de julho de 2010
[O] Palpites - IV
Caramba, novamente aproveitamento de 75%. Agora não tem jeito de repetir o feito. Terei 0%, 50% ou 100% de aproveitamento. Meu palpite para a grande final será:
Holanda x Alemanha
Abraço
Holanda x Alemanha
Abraço
quinta-feira, 1 de julho de 2010
[O] Palpites - III
Opa, novamente meu aproveitamento foi de 75%, se eu manter essa eficiência irei errar somente um semifinalista. Vamos aos meus palpites para as semi-finais da Copa:
Argentina x Espanha
Holanda x Uruguai
Duas seleções sul americanas e duas européias. A Copa pro Brasil acaba amanhã, se Deus quiser!
Argentina x Espanha
Holanda x Uruguai
Duas seleções sul americanas e duas européias. A Copa pro Brasil acaba amanhã, se Deus quiser!
domingo, 27 de junho de 2010
[D] Testemunhas ou Hipócritas?
Infelizmente, não tenho tido a oportunidade de acompanhar os jogos da Copa ao vivo. Talvez por esse motivo, tenho acompanhado com mais detalhes os noticiários que posso ver nos meus horários mais livres (noite) e um debate que voltou a ser centro das atenções é sobre religião x futebol.
Quem não tem acompanhado a história, colocarei por dentro de tudo para depois dar minha opinião (gostaria de ouvir a de vocês).
Não é novidade para ninguém que a atual Seleção é composta por diversos jogadores cristãos: Kaká, Lúcio, Luís Fabiano, Felipe Melo e também o auxiliar técnico Jorginho. No ano passado, ao ser campeões da Copa das Confederações, os jogadores exibiram diversas mensagem religiosas que professavam seu amor e temor à Deus e se reuniram no centro do campo para agradecer a conquista que acabara de conseguir.

A atitude, causou revolta nos brasileiros ateus e ao que parece na FIFA também, uma vez que após esse episódio passou a proibir manifestações religiosas em eventos organizados por ela. Uma situação clara de perseguição, já que na mesma competição fomos obrigados a assistir os egípcios mulçumanos comemorando com suas rezas sem nenhuma manifestação da mesma entidade.
A revolta dos brasileiros ateus ficou evidente na figura de um jornalista que no começo da carreira sempre se mostrou adepto ao culto à prostituição e lascívia. Em seu blog mostrou sua indignação com o que ele chamou (futuramente) de merchandising religioso, não pela manifestações individual (como a comemoração de Kaká após seus gols), mas pela manifestação coletiva. De certa forma eu até concordo, uma seleção que tem o propósito de representar um Estado laico, não tem espaço para obrigar os torcedores a concordarem com esse ato (ou seja, se colocou a disposição das críticas). Eu não gostaria nem um pouco se depois de um título os jogadores tentassem invocar espíritos, por exemplo.
A questão é que quem acompanha esse jornalista tem visto a forma como ele tem perseguido o Kaká com argumentos que beiram o rídiculo, como afirmar que a sua carreira é curta devido uma lesão no púbis que ele possui e outras coisas. A revolta dele deixou de ser aquela, de certa forma sensata, para uma questão particular e que foi deixado de forma bem clara pelo próprio jogador.
Bom, deixemos a história de lado e vamos ao que interessa, opiniões. Tentarei dar a minha conforme a Palavra de Deus, se estiver errado, me corrijam. Não há como defender a postura do jornalista, até porque ele se declara claramente ateu e não quer de forma alguma viver sob a vontade de Deus, por isso me prenderei a atitude dos jogadores.
Conforme já disse, creio que os jogadores poderiam ter evitado essa situação. Foi decisão deles esquecer que estão lá representando um país (isso já faz tempo). Apesar de ter gostado muito da postura dos atletas cristãos e na época ter achado uma das coisas mais lindas que já vi em um campo de futebol, não creio que era o mais adequado.
A Bíblia é bem clara ao afirmar que devemos glorificar a Deus naquilo que nos fazemos (1 Pedro 4:10) e por esse motivo não critico a postura dos atletas que comemoram seus gols levantando os dedos ou mostrando mensagens em camisa ou até mesmo gritando para as cameras um "Glória à Deus". Muito me entristece ouvir alguns cristãos que não concordam com isso e ainda usam uma má interpretação de versículos bíblicos (ao meu ver). Acusá-los de hipócritas e comparar com a parábola contada por Jesus em Lucas 18:9-14 é absurdo. Em nenhum momento eles contaram vantagem por estarem fazendo essas coisas em campo e ao que me parece a motivação deles é sempre de glorificar o nome de Deus.
Alguns já devem estar perdidos no que eu to falando. Por que eu falei que a atitude não foi das melhores quando eles decidiram fazer a oração (além do fato do nosso Estado ser laico, claro)? Naquele momento eu não fui contra, como já disse para vocês, mas é uma atitude a ser pensada se seria correta aos olhos de Deus.
O contexto hoje é outro (a FIFA proibiu manifestações como aquela) e Jesus nos ensinou a respeitar autoridades (Mateus 22:15-22), mas da mesma forma devemos dar a Deus o que lhe é de direito (toda glória e louvor). Pensando sobre esse conflito, lembrei da história de Daniel. O que tem tudo isso a ver com Daniel?
Daniel sofreu perseguição dos outros governantes que acharam uma forma de fazer com que o rei Dario baixasse um decreto proibindo qualquer um que orasse para outro deus ou homem que não fosse o próprio rei Dário. Daniel não podia se sujeitar a essa lei, pois haveria de manter sua comunhão com Deus e qual foi a escolha dele? Continuou orando, mas a questão importante estar em Daniel 6:10. "Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava agradecendo ao seu Deus." Sabendo do decreto, ele não fez questão de peitar a tudo e todos e orar na frente daqueles que o perseguiam. Ele foi para o seu quarto e fez tudo em secreto (ou ao menos era o que ele esperava ser).
Voltando ao jogo, não vejo nenhum problema de glorificar à Deus nos vestiários (em secreto) para evitar esse tipo de confusão com os "cegos na fé". Tem que ser repensado se isso seria mesmo uma forma de testemunhar. O que mais essa atitude tem provocado para a mídia e para o mundo é revolta e ódio. Definitivamente não é essa a idéia de testemunho que eu aprendi nas Sagradas Escrituras. Claro que alguns atos mais espontâneos como as manifestações religiosas não devem ser deixadas de lado, até porque parte-se do pressuposto de que aquilo é espontâneo e pelo que tenho visto na Copa não tem sido proibido (desde o goleiro ganês que se ajoelha e agradece à Deus ou Maomé até o todo admirado Maradona que vira e mexe está com um terço na mão).
Não é questão de dar testemunho ou de ser hipócrita. A questão que mais incomoda nisso tudo é uma coisa que tem confundido muitos cristãos. Jesus em João 16:33 diz que teríamos aflições no mundo e afirma que sofreríamos até a morte por isso (Mateus 24:9) e Paulo reafirmou isso (2 Timóteo 3:12). Por favor, quando eles disseram isso não queriam de forma alguma que o crente corresse atrás disso. Perseguição aos cristãos existe sim, mas infelizmente alguns tem se importado em se vangloriar por isso. Se importam tanto em "obter" esse mérito que desrespeitam as leis que em nada vão contra os princípios bíblicos, só para afirmar de peito estufado depois: "Nós somos crentes genuínos, somos perseguidos".
Não estou dizendo que é o caso dos jogadores, até porque o gesto nem foi repetido por eles (ainda), mas muitos têm tido essa postura nos dias de hoje. Não apenas alguns, mas igrejas inteiras têm feito isso. Não seria isso a hipocrisia farisaica dos dias de hoje? Algo para se pensar!
Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria para suportar as verdadeiras perseguições que naturalmente podem vir para aqueles que ainda não se sentem perseguidos.
Quem não tem acompanhado a história, colocarei por dentro de tudo para depois dar minha opinião (gostaria de ouvir a de vocês).
Não é novidade para ninguém que a atual Seleção é composta por diversos jogadores cristãos: Kaká, Lúcio, Luís Fabiano, Felipe Melo e também o auxiliar técnico Jorginho. No ano passado, ao ser campeões da Copa das Confederações, os jogadores exibiram diversas mensagem religiosas que professavam seu amor e temor à Deus e se reuniram no centro do campo para agradecer a conquista que acabara de conseguir.

A atitude, causou revolta nos brasileiros ateus e ao que parece na FIFA também, uma vez que após esse episódio passou a proibir manifestações religiosas em eventos organizados por ela. Uma situação clara de perseguição, já que na mesma competição fomos obrigados a assistir os egípcios mulçumanos comemorando com suas rezas sem nenhuma manifestação da mesma entidade.
A revolta dos brasileiros ateus ficou evidente na figura de um jornalista que no começo da carreira sempre se mostrou adepto ao culto à prostituição e lascívia. Em seu blog mostrou sua indignação com o que ele chamou (futuramente) de merchandising religioso, não pela manifestações individual (como a comemoração de Kaká após seus gols), mas pela manifestação coletiva. De certa forma eu até concordo, uma seleção que tem o propósito de representar um Estado laico, não tem espaço para obrigar os torcedores a concordarem com esse ato (ou seja, se colocou a disposição das críticas). Eu não gostaria nem um pouco se depois de um título os jogadores tentassem invocar espíritos, por exemplo.
A questão é que quem acompanha esse jornalista tem visto a forma como ele tem perseguido o Kaká com argumentos que beiram o rídiculo, como afirmar que a sua carreira é curta devido uma lesão no púbis que ele possui e outras coisas. A revolta dele deixou de ser aquela, de certa forma sensata, para uma questão particular e que foi deixado de forma bem clara pelo próprio jogador.
Bom, deixemos a história de lado e vamos ao que interessa, opiniões. Tentarei dar a minha conforme a Palavra de Deus, se estiver errado, me corrijam. Não há como defender a postura do jornalista, até porque ele se declara claramente ateu e não quer de forma alguma viver sob a vontade de Deus, por isso me prenderei a atitude dos jogadores.
Conforme já disse, creio que os jogadores poderiam ter evitado essa situação. Foi decisão deles esquecer que estão lá representando um país (isso já faz tempo). Apesar de ter gostado muito da postura dos atletas cristãos e na época ter achado uma das coisas mais lindas que já vi em um campo de futebol, não creio que era o mais adequado.
A Bíblia é bem clara ao afirmar que devemos glorificar a Deus naquilo que nos fazemos (1 Pedro 4:10) e por esse motivo não critico a postura dos atletas que comemoram seus gols levantando os dedos ou mostrando mensagens em camisa ou até mesmo gritando para as cameras um "Glória à Deus". Muito me entristece ouvir alguns cristãos que não concordam com isso e ainda usam uma má interpretação de versículos bíblicos (ao meu ver). Acusá-los de hipócritas e comparar com a parábola contada por Jesus em Lucas 18:9-14 é absurdo. Em nenhum momento eles contaram vantagem por estarem fazendo essas coisas em campo e ao que me parece a motivação deles é sempre de glorificar o nome de Deus.
Alguns já devem estar perdidos no que eu to falando. Por que eu falei que a atitude não foi das melhores quando eles decidiram fazer a oração (além do fato do nosso Estado ser laico, claro)? Naquele momento eu não fui contra, como já disse para vocês, mas é uma atitude a ser pensada se seria correta aos olhos de Deus.
O contexto hoje é outro (a FIFA proibiu manifestações como aquela) e Jesus nos ensinou a respeitar autoridades (Mateus 22:15-22), mas da mesma forma devemos dar a Deus o que lhe é de direito (toda glória e louvor). Pensando sobre esse conflito, lembrei da história de Daniel. O que tem tudo isso a ver com Daniel?
Daniel sofreu perseguição dos outros governantes que acharam uma forma de fazer com que o rei Dario baixasse um decreto proibindo qualquer um que orasse para outro deus ou homem que não fosse o próprio rei Dário. Daniel não podia se sujeitar a essa lei, pois haveria de manter sua comunhão com Deus e qual foi a escolha dele? Continuou orando, mas a questão importante estar em Daniel 6:10. "Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava agradecendo ao seu Deus." Sabendo do decreto, ele não fez questão de peitar a tudo e todos e orar na frente daqueles que o perseguiam. Ele foi para o seu quarto e fez tudo em secreto (ou ao menos era o que ele esperava ser).
Voltando ao jogo, não vejo nenhum problema de glorificar à Deus nos vestiários (em secreto) para evitar esse tipo de confusão com os "cegos na fé". Tem que ser repensado se isso seria mesmo uma forma de testemunhar. O que mais essa atitude tem provocado para a mídia e para o mundo é revolta e ódio. Definitivamente não é essa a idéia de testemunho que eu aprendi nas Sagradas Escrituras. Claro que alguns atos mais espontâneos como as manifestações religiosas não devem ser deixadas de lado, até porque parte-se do pressuposto de que aquilo é espontâneo e pelo que tenho visto na Copa não tem sido proibido (desde o goleiro ganês que se ajoelha e agradece à Deus ou Maomé até o todo admirado Maradona que vira e mexe está com um terço na mão).
Não é questão de dar testemunho ou de ser hipócrita. A questão que mais incomoda nisso tudo é uma coisa que tem confundido muitos cristãos. Jesus em João 16:33 diz que teríamos aflições no mundo e afirma que sofreríamos até a morte por isso (Mateus 24:9) e Paulo reafirmou isso (2 Timóteo 3:12). Por favor, quando eles disseram isso não queriam de forma alguma que o crente corresse atrás disso. Perseguição aos cristãos existe sim, mas infelizmente alguns tem se importado em se vangloriar por isso. Se importam tanto em "obter" esse mérito que desrespeitam as leis que em nada vão contra os princípios bíblicos, só para afirmar de peito estufado depois: "Nós somos crentes genuínos, somos perseguidos".
Não estou dizendo que é o caso dos jogadores, até porque o gesto nem foi repetido por eles (ainda), mas muitos têm tido essa postura nos dias de hoje. Não apenas alguns, mas igrejas inteiras têm feito isso. Não seria isso a hipocrisia farisaica dos dias de hoje? Algo para se pensar!
Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria para suportar as verdadeiras perseguições que naturalmente podem vir para aqueles que ainda não se sentem perseguidos.
Marcadores:
cristãos,
fariseus,
Kfouri,
perseguição,
seleção
sexta-feira, 25 de junho de 2010
[O] Palpites - II
Na primeira fase tive 75% de aproveitamento no palpite das seleções classificadas e 43,75% de aproveitamento nas posições dos classificados.
Meu palpite de quem chega nas quartas de finais são:
Uruguai x EUA
Holanda x Brasil (mas torço muito para que seja Holanda e Chile)
Argentina x Alemanha
Japão x Espanha
Três seleções sul americanas nas quartas e sem se enfrentar, já pensou se as três vão para semi-final? Vergonha para Europa hein?!
P.s: alterei um palpite, to achando que vai dar Japão contra o Paraguai
Meu palpite de quem chega nas quartas de finais são:
Uruguai x EUA
Holanda x Brasil (mas torço muito para que seja Holanda e Chile)
Argentina x Alemanha
Japão x Espanha
Três seleções sul americanas nas quartas e sem se enfrentar, já pensou se as três vão para semi-final? Vergonha para Europa hein?!
P.s: alterei um palpite, to achando que vai dar Japão contra o Paraguai
Assinar:
Postagens (Atom)
